
Há momentos em que nos sentimos tão bem com mundo e com nosso próprio eu, que achamos que podemos conquistar tudo, viramos deuses, ou superheróis, indestrutíveis. Porém também existem os momentos em que nos sentimos um nada, e ai, todas as coisas se viram contra nós, nada parece dar certo, e acreditamos estar no fundo do poço, e às vezes realmente estamos! Quando nos sentimos assim, algumas coisas são capazes de fazer voltar o brilho dos nossos olhos, uma música que a gente adora, um filme que toca e sensibiliza, um livro que descobrimos por acaso, um alguém super especial que faz a nossa vida ter cor. Todas essas coisas ajudam, mas não terão resultado algum, se não tivermos a vontade de mudar as coisas e o dicernimento necessário para compreender cada fato da nossa vida. O texto de hoje vem falar sobre esses momentos em que a vida parece uma montanha russa, não conheço o autor, mas acredito que vale a pena aprendermos um pouco a lição que trás.
Para cima e para baixo
Uma vez que a verdadeira natureza das coisas é cíclica, às vezes estou no alto e outras vezes estou na parte mais baixa. Esses ciclos podem ser bruscos quando estou fora de sintonia com o Universo, e suaves quando estou em harmonia com ele.
Eu me lembro do medo interno que sentia quando atingi a parte mais baixa. Gostaria de ter compreendido, na época, que naquele ponto não me restava nenhuma outra possibilidade senão subir. Entretanto, naquele momento eu não era capaz de pensar racionalmente.
Saber que tudo está em movimento e que tudo se move em ciclos é algo reconfortante para mim. Meus ciclos agora são espontâneos e agradáveis. Eu não acho as partes baixas particularmente agradáveis, mas agora entendo que elas são apenas o outro lado das partes mais altas.







